segunda-feira, 17 de junho de 2013

Playing with Demons!



Capítulo 12 - Ameaças.


Nosso beijo se tornou mais intenso, sua pele febril trazia diversas sensações para minha pele, e me perguntava por quanto tempo poderia resistir ao seu corpo. Cada músculo do meu corpo o desejava, minhas mãos apertaram sua nuca, subindo para os seus cabelos e os puxando. Isso o excitou, seus lábios se tornaram ainda mais vorazes, pude sentir seus dentes afiados tocarem minha língua, do mesmo jeito que temia suas mordidas, as desejava. Como poderia gostar da dor? Não gostava, apenas queria pertencer a ele como não pertenci a homem algum. Eram pensamentos quentes demais para uma garota que se dizia virgem, era a verdade, mas não evitava que tivesse fantasias sexuais com ele. Se bem que em todos os meus sonhos, Justin aparecia como uma criatura demoníaca que avançava em minha direção. Ele acabava com meu sono, e se não pudesse dormir por causa dele, me manteria acordada na acompanhada de seu corpo quente e escultural. Suas mãos agarraram minha coxas e puxaram-na para cima do armário, pude ficar na mesma altura que seu rosto, e beijá-lo com ainda mais intensidade. Uma de suas mãos subiram para minha barriga, tocando-a com seus dedos macios e subindo até a abertura do meu sutiã. Ele o desprendeu, deixando meus seios sem nenhuma planície de proteção. Os pelos do meu corpo se eriçaram, e uma onda fria percorreu minha coluna. Seus dedos apertaram as pontas dos meus mamilos, em seguida, apertou todo o meu seio com força. Um gemido escapou de meus lábios ocupados de seus lábios, o que foi bem difícil com minha respiração ofegante por conta do beijo. Olhei para o seu corpo nu, sei peitoral perfeito e seu rosto tênue. Podia sentir seu membro roçando em minha coxa, e senti minha parte íntima ficar molhada e completamente excitada com seu toque. Ele mordeu meu lábio inferior, e quase me afastei. O sangue foi inevitável, e sua língua passou por meus lábios. Por instintos, minhas mãos passaram pro seu peitoral, empurrando-o para trás. Seus dentes prenderam em meus lábios, e se me movesse um centímetro que fosse, ele poderia arrancá-lo.

- Justin, você está me machucando...- Tentei dizer, numa voz fraca e rouca.

Ele parecia não me ouvir, seus olhos ganharam a cor vermelha e suas presas aumentaram ainda mais. Suas mãos se prenderam como garras em meu corpo, pensei que fosse se transformar no monstro dos meus pesadelos, mas não o fez. Evitava olhar para os seus olhos, o que me deixaria ainda mais aflita.

- Não, Justin, não...! - Peguei em sua cintura e o afastei pela barriga.

Justin nem se moveu, apenas se fosse para apertar seus dentes contra os meus lábios. Seus olhos vermelhos mal prestavam atenção no meu desespero e tentativas de se livrar de seu braços, pelo contrário, ele parecia estar se divertindo com isso, ao expor seus dentes extremamente afiados. Antes que pudesse arrancar meu lábio, bati em sua cabeça usando a minha. Justin grunhiu como um animal, ainda mais feroz e sádico. Senti meus pelos se arrepiarem, não pela excitação e sim pelo medo que sentia dele. No mesmo instante que achei que a hora de minha morte havia chegado, ele simplesmente piscou duas vezes. Como um passe de mágica, seus olhos voltaram ao castanhos, suas unhas encolheram e seus dentes voltaram a parecer como a de um humano normal. Merda, como havia me acostumado com isso tão facilmente? Filho da mãe.

- Você...- Tentei dizer, senti meus lábios se mexendo e não saiu som algum.

Respirei fundo, colocando a mão no peito e olhando para minhas próprias pernas. Tinha que me recuperar antes de olhá-lo, as vezes me esquecia que ele era um... Não iria proferir essa palavra agora, estava me recuperando e não tentando ter outro ataque.

- Você? - Perguntou ele, normalmente.

- Se quiser me matar, faça de uma vez! - Exclamei, agora, voltando ao normal.

Ele mal parecia perplexo com a minha reação, diferente do que pensava, agia como se nada disso tivesse ocorrido, e isso me dava nos nervos. Não gostara de aturá-lo sempre e ser manipulada com todo o seu charme. Tinha que não ser humano, já estava tão acostumada a ser afastada das outras pessoas que havia me esquecido de como era se sentir irritada por causa delas.

- Você saberá quando chegar sua hora. Melhor não de dar quaisquer detalhes sobre isso, ou de deixarei aflita...- Ele se tornou mais pensativo, e um sorriso se formou em seus lábios. - Quer uma rapidinha? Se bem que uma humana como você, se torna ainda mais difícil de se controlar...- Justin soltou uma risada baixa, e olhou para si mesmo.

Era um fato que havia me esquecido, e me perguntei se era mesmo cega. Ele ainda estava nu, e na minha frente. Ele que vestisse algo, ou cometeria uma loucura se ele ficasse me olhando dessa forma. Justin se afastou, dando espaço o suficiente para que pudesse voltar para o chão.

- Dá pra você vestir alguma coisa?

- Quer mandar em mim agora? Vocês humanos não tem conhecimento do perigo que correm, pedaços de carne ambulantes! - Reclamou, se afastando por fim.

Ignorei sua ameaça, me encostei da parede, ainda me recuperando daquele beijo. Mesmo que a excitação dominasse minhas ações, quando estava com ele daquela forma, refletia sobre o perigo que corria ao ceder minha virgindade a ele. Se sem beijá-lo, ele se alimentava de mim, imagine na cama? Sua força, rapidez e sua fome seriam o bastante para acabarem comigo, mesmo que meus desejos sexuais fossem suprimidos, estaria morta após transar com ele. Poderia esperar mais um pouco, o que me era impossível. Era como se ele fosse o fruto proibido, e eu fosse uma Eva resistente. Não o deixaria seduzir-me a cama nem tão fácil. 

- Sam chegará logo, e não vai ficar nada feliz quando ver você pelado. - Disse, firme. 

Justin revirou os olhos, colocando as mãos para o alto e esticando-se como uma preparação para algum tipo de exercício.

- Já que você não me satisfaz, vou caçar. - Respondeu, ignorando minha sugestão. 

Ele voltou para o quarto, deduzira por não poder acompanhá-lo em suas ações rápidas, arrumei minha roupa, inclusive meu sutiã, que ele havia retirado. Realmente, foi quase, por pouco mesmo. Se fosse na cama, dentre os lenções, estaria muito envolvida com ele para notar que ele desejava me comer. Para que isso importava!? Se ele me levasse pra cama seria a força, e não estaria envolvida com ele sentimentalmente,  jamais. O que menos queria agora, era estar apaixonada por um demônio. Pensando bem, nem estaria, desejava morrer como nunca quis em minha vida.

- Ah, nunca diga nunca, querida.- Ouvi uma voz próxima dizer. 

Justin encontrava-se na soleira da porta, já vestido e com os cabelos cuidadosamente despenteados, em um topete de tirar qualquer fôlego de uma garota. 

- O que quer dizer com isso!? - Só consegui proferir tão frase nessa hora, estava pasma demais para pensar em qualquer outra coisa. Já não estava sozinha nem em meus pensamentos, é isso? - Não diga que pode ler meus pensamentos...- Estava a ponto de entrar em pânico, senti meus lábios se abrirem na primeira frase, e minha sobrancelhas franzidas. 

Ele tinha um sorriso maléfico em seus lábios, que se alargava a cada segundo que me encarava. 

- Apenas deduzi, tolinha. - Justin ergueu uma sobrancelha. - Acertei em cheio. Espero que esteja pensando em alguma fantasia sexual comigo, sua virgindade está com os dias contados... - Ele pareceu pensativo, com uma ar de maliciosidade. - Enquanto a sua hora não chega, a de alguma garota que caminha sozinha em um beco escuro chegou. - Completou, ainda mais perverso.

- Você é um monstro. 

- Todos nós somos. A um monstro em cada um de nós, diferente de mim. - Ele fez uma pausa dramática.  - Eu sou meu próprio monstro. - Justin mostrou seus dentes afiados para mim, como se me ameaçasse, e não duvidava que o faria. 

- Não tenho medo da morte, vá em frente. - Retruquei, sem me deixar abalar. 

- Você não é tão durona quanto parece, Emily. - Ele sorriu, divertindo-se. Justin lambeu os lábios. - Não pense que a morte é a salvação de seus problemas, você não a conhece e não gostara dela.

- Não tenho medo de você, tenho medo do que pode fazer. - Respondi, distanciando-se dele. 

Justin acompanhou meus passos, aproximando-se sorrateiramente, encurralando a sua presa, e ele era o predador. Não  gostava dessa parte, nem um pouco, para ser sincera. Meu tio Sam logo chegaria, e não gostaria que se deparasse com Justin assim tão cedo, queria que ele jantasse e descansasse, como assim devia ser em sua vida normal, antes de trazer esse ''monstro'' para sua casa. 

- Não tem medo do que posso fazer contigo? Acredite, sua morte será lenta e dolorosa. 

Ele se aproximou de mim como um raio, nem pude perceber sua aproximação até que o vi a minha frente. Seu rosto estava apenas há alguns centímetros do meu, se movesse um centímetro que fosse, nossos rostos ficariam mais colados do que gostaria que ficassem. Seus dentes se esticaram, e quase tocavam meus lábios, que deveriam estar roxos e inchados por sua tentativa de simplesmente arrancá-los de mim. Seus olhos ganharam um brilho avermelhado, e se desejasse, se tornaria a criatura que assombrava meus pesadelos mais sombrios. Meus lábios tremiam e mal conseguia pensar, muito menos falar a naquela altura. Justin era um intimidador detestável, e odiava o fato de ser humana e não me defender dele. Minha vida seria mais simples se minha tentativa de suicídio tivesse dado certo daquela vez. 

- Não vou perder meu tempo com você, estou faminto, e se não tivesse controle da situação, você seria meu prato principal. - Novamente, ele lambeu os lábios lentamente e pensativamente. Não duvidava que fosse o pensamento central de sua mente, e a pior imagem que vinha em minha mente, fora eu com uma maça na boca, como um porco assado prestes a ser comigo por uma grande família. 

Justin me olhou por mais alguns minutos, como se decidisse o que fazer comigo. Meu corpo estava paralisado de medo, e meus pensamentos sobrevoavam por minha mente, com imagens de eu mesma sendo morta por ele. E por fim, com a simplicidade de sempre, se foi. Como se nunca tivesse passado por ali. Meu coração voltou a bater, e minha respiração voltou ao normal. Consegui me mover após alguns minutos, com uma respiração ainda pesada. 

'' Ele acabaria comigo, e não havia nada que pudesse fazer.'' 

A partir desse pensamento, ouvi o barulho da porta sendo aberta, e como representante a sobrinha que perdeu os pais e foi morar com o tio, comecei a preparar o jantar de Sam, esperando que ele não estivesse com fome. 

[...]

Já era tarde. Não custou algumas horas na cozinha e havia acabado de terminar o jantar. O cheiro de carne assada com batatas vinha da cozinha, acompanhada de salada e suco de laranja, direto da caixa. Esperava que fosse o bastante para Sam se sentir satisfeito, e ao que me parecia, não iria sair com nenhuma mulher naquela noite. Seria uma daquelas noites em família: filmes ruins televisivos e comida caseira. Se bem que não fazia isso há algum tempo, a não ser com a minha avó, que ao invés de filmes, brincávamos com os animais de sua recém fazenda comprada pelos meus pais, e seus doces caseiros que ainda davam água na boca. O que ainda não aceitava, era que essa época se fora a muito tempo. Para minha sorte, Justin não tinha dado sinal de vida, e esperava que só voltasse nada madrugada, quando já estava prestes a dormir ou com Sam já dormindo, para que não ouvisse o que Justin dizia. 

- Hora do jantar. - Anunciei, deixando o pano de prato próximo ao bolso do jeans e caminhei em direção a Sam.

- Ótimo, estou faminto. - Respondeu dele, dando uma batidinha em minhas costas e se servindo de um pedaço generoso de carne. 

A campainha tocou no mesmo instante. Não esperávamos por mais ninguém, e suspeitei que fosse Justin. Olhamos um para o outro, e decidi atender antes que Sam fosse surpreendido. Relutante, atendi a porta. Ao abri-la, deparei com uma das pessoas que achava que já haviam desistido de mim, não por minha intencional culpa, mas para mantê-lo a salvo. Peter. Seus cabelos estavam bagunçados, e seus olhos castanhos escuros analisavam minha expressão cuidadosamente, como esperasse que tivesse tido um curto. 

- Peter, chegou numa boa hora. Emily preparou o jantar! - Exclamou Sam, que aparentava gostar de Peter mais do que eu gostaria. 

- Peter. - Disse, dando espaço suficiente para que ele adentrasse dentro de casa. 

Peter tirou seu casaco e o pendurou, fazia frio do lado de fora, e dando uma última conferida anti-Justin do lado de fora, fechei a porta. 

- Servido, garoto? - Sugeriu Sam, amistoso. 

Peter ergueu as sobrancelhas, com um sorriso leve em seus lábios. 

- Ah, claro. Obrigado. - Respondeu, educadamente. 

Sam pegou seu prato e se dirigiu a sala, ao que me parecia, estava passando um filme de ação cheio de explosões e sangue, meu tio tinha um estômago forte. Peter me seguiu para a cozinha, dando certa privacidade para o sermão que lhe daria. Respirei fundo e peguei um prato no armário, sendo acompanhada por ele, ao fazê-lo. 

- Você não deveria estar aqui. - Concluí, com uma voz pesarosa. 

Ouvi-o suspirar. 

- Você me avisou, não proibiu. Estamos na América, sou um cidadão livre. - Respondeu, com bom-humor. 

Comecei a servir o prato de comida, com carne, batatas e salada. E com o meu mal humor ativo, tentava colocar a comida calmamente, antes que derrubasse alguma coisa.

- Peter, isso é para seu próprio bem. - Voltei-me para ele, e quase deixei que o prato escapasse de minhas mãos. Ele tentou se desvencilhar, mas uma batata foi direto para sua camisa, em seguida, tombou no chão. - Droga, desculpe. 

Peter pegou o prato de minhas mãos e o colocou na pia, em seguida, juntou seu corpo a minha cintura. Senti meu rosto corar, e meus olhos pousaram nos seus. Ele não parecia estra sem graça como seu, ele apenas deu breve sorriso, e suas mãos desceram para o meu jeans. Senti-as tocando próximas a minha bunda, até que ele pegou o pano de prato que havia esquecido estar ali. Logo me senti ainda mais sem graça, por achar que ocorresse alguma coisa íntima entre nós. Ei, era Peter. Tudo bem que já havia pensado em Peter comigo em um relacionamento amoroso, mas com Justin em nossas vidas? Parecia ser impossível.

- Deixei que eu limpo o chão. - Sugeriu ele, ficando de joelhos. 

- Nada disso, eu ajudo...- Disse, ajoelhando-me no mesmo instante. Tentei pegar no pano de prato, invés do pano, toquei em seus dedos. Ele era tão quente quanto um humano normal, um humano como seu. Sua temperatura era semelhante a minha, e qualquer contato físico que fosse, me sentia mais confortável com ele, pelo fato de sua humanidade. 

Digamos que nunca tivera um relacionamento com garotos, lógico que tive amigos e dera meu primeiro beijo, mas com Peter era diferente. Com a nova vida que levava, novas atitudes. Espera, o que eu estava pensando? Só pelo fato de estar tendo esse contato físico, Justin poderia matá-lo, não só ele, mas a mim também. 

- Deixei comigo.- Insisti, numa voz falha. 

Afastei-o, pegando o pano de prato de suas mãos com rapidez. Limpei o chão com um pouco de desinfetante e embrulhei a batata em um guardanapo. Joguei fora, e antes que pudesse fazer mais alguma coisa. Peter encontrava-se sentando, alimentando-se da comida feita por mim. Olhei-o por um breve instante, mesmo que ele me ignorasse enquanto comia. Servir-me do jantar, sentando-se a sua frente na mesa do jantar. 

- Isso está realmente bom. - Elogiou ele, depois de dar um gole em seu suco de laranja. 

- Obrigada. - Respondi, sem demoras. 

- E aquele seu amigo? Ainda anda com ele? - Ele aparentava querer dar uma de despreocupado, o que não deu muito certo, pois havia notado a curiosidade de sua voz. 

- É, quer dizer... Sim. - Respondi, um tanto indecisa. 

Novamente, ele me avaliou passageiramente, olhando em meus olhos que estavam em meu prato. Enfim, ele suspirou e arriou os ombros. 

- Você não tem saído esse dias, não quer, sei lá. Não quer dar um passeio comigo esses dias? - Perguntou ele, sem jeito. 

Peter me pegou de surpresa, não esperava que me fizesse tal convite. De certa forma, ele estava certo. Não havia saído desde que cheguei, e me sentia cada vez mais sufocada nessa casa. Qualquer dia, teria um ataque e colocaria tudo para a fora. Era extremamente difícil que alguém me tire do sério, mas Justin parecia ser uma dessas pessoas, e via tudo como um grande desafio. 

- Claro, qualquer dia. - Confirmei, sem transmitir muitas esperanças. E sabia que ele também não tinha, já que Justin tinha deixado bem claro seu ''ciúmes'' (?)

- Esse filme tá demais! - Exclamou Sam, adentrando na cozinha com o prato vazio. 

- É Explodindo Los Angeles, não é? Vi o trailer, é demais. - Comentou Peter. 

- Ainda tá tempo de assistir, não chegou a metade. - Informou Sam.

Peter se levantou, ainda com o prato cheio de comida, ainda com seu suco intocado. E ali estava eu, perdida no meio dos homens. Eles pareciam animados com a ideia, nada melhor do que comer assistindo filmes explosivos com tripas. Peguei meu prato da mesma forma, levando o suco para acompanhá-los.

- Iremos assistir todos, não?


                                                                                      

A quanto tempo não vejo vocês? Bem, passei muito tempo direcionada aos fóruns de rpg e tals, e até comecei a escrever outra fic que logo será postada aqui. Essa fic promete ser longa, não sei se divido em temporada, bem, preciso da opinião de vocês! Novos personagens apareceram, e muitas coisas vão acontecer ainda! Sei que ficaram com certa expectativa nesse cap, mas quando acontecer, acontecerá. Ah, quase ia me esquecendo, estou arrumando uma nova capa pra fic, que será a central apresentando a história para qualquer leitora nova que se interesse e não fique perdida. Estou pensando em mudar o design no fórum, novo banner e layout para inová-lo. O que acham? Bem, vou convencer a Adm/Ana para me ajudar a renovar o fórum e trazer mais fics para vocês. Também estou postando a fic no Anime Spirit, mas adivinhem pra quem chega o cap fresquinho? Sim, é pra vocês. Isso é tudo, e agradeço quem leu até aqui minhas explicações. 
Isso é tudo, pessoal! 

Ps: Olhem minha assinatura, ficou bacana? Eu mesma fiz. -q

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